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	<title>Estação Business School &#187; Artigos de Professores</title>
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		<title>Educação Financeira na Escola</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 19:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Estação e o Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[É a escola, depois da família, a célula básica da sociedade, onde as crianças e jovens devem moldar seu caráter, sua conduta e suas aptidões para serem desenvolvidas e exercitadas em prol da sociedade.

E a Educação Financeira também deveria ser aprendida, quando não é iniciada na família, na escola. Este aprendizado deveria começar no 1º. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É a escola, depois da família, a célula básica da sociedade, onde as crianças e jovens devem moldar seu caráter, sua conduta e suas aptidões para serem desenvolvidas e exercitadas em prol da sociedade.</p>

<p>E a Educação Financeira também deveria ser aprendida, quando não é iniciada na família, na escola. Este aprendizado deveria começar no 1º. grau e se estender pelo 2º. grau, obrigatoriamente. O que se observa no país, como decorrência também do que já abordamos no artigo anterior, é que há uma omissão desta responsabilidade por parte deste segmento importante da sociedade.</p>

<p>Historicamente a escola brasileira, fruto da influência européia e dominada pela Igreja Católica Apostólica Romana, esteve sempre bastante distante da realidade da sociedade e consequentemente bastante alienada na sua missão de formar e informar os seus alunos. Na educação financeira a omissão é quase que total.</p>

<p>É necessário que os governos se atentem quanto a isto, para evitarmos que tenhamos uma sociedade somente consumista, sem os princípios mínimos de educação financeira para a vida, evitando uma série de contratempos que se tem observado no dia-a-dia das pessoas.</p>

<p>E dizer que o nosso crédito, em relação ao PIB (Produto Interno Bruto) do país não chega a 50%. Em patamares mundiais, este percentual beira de 80% a 120% na maioria das economias estáveis. Os Estados Unidos da América, às vésperas da crise de 2008 chegaram ao percentual de 200% de crédito em relação ao PIB do país (24 trilhões de dólares em crédito) e vimos o resultado desastroso de tal endividamento.</p>

<p>Outro detalhe que deve ser destacado, é que de 2004 a 2008 com o crescimento da economia brasileira em percentuais mais significativos que o das últimas décadas, a classe que mais se endividou, pode-se afirmar, sem sombra de dúvida foi a classe C ou a classe média baixa, aquela que tem um salário básico em torno de R$ 1.100,00. Esta foi a mais favorecida pelo crescimento e as pessoas desta classe, como de outras, não tem uma verdadeira noção de como administrar as suas receitas e as suas despesas, gerando um passivo mensal que cresce periodicamente.</p>

<p>Este passivo normalmente é suprido com a utilização do Cheque Especial Bancário que cobra as absurdas taxas de juros em torno de 150% ao ano (7,93% ao mês) ou com o Crédito Rotativo do Cartão de Crédito que cobra anualmente de 289% a 434% ao ano (de 11,99% ao mês a 14,99% ao mês). Também pode-se citar financeiras que cobram em empréstimos pessoais taxas anuais que vão de 289% a 628% ao ano (12% ao mês a 18% ao mês).</p>

<p>Com uma economia mais estabilizada e com taxas anuais de inflação em torno de 4,50% ao ano, fica cada vez mais difícil o pagamento dessas taxas citadas, e que são corriqueiras atualmente no mercado financeiro brasileiro. Isto contribui significativamente para o desequilíbrio de qualquer orçamento pessoal ou doméstico.</p>

<p>Uma primeira notícia alvissareira, se é que se pode chegar a tanto, é a notícia do Estadão de São Paulo, na sua edição de 16/12/2009 e com reportagem de Mônica Ciarelli que diz:</p>

<p>“A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Ministério da Educação (MEC) esperam alcançar 1.650 escolas de ensino médio em 2010 com o programa de educação financeira desenvolvido pelo governo. Além de ações voltadas para crianças e adolescentes, o governo quer melhorar também o conhecimento da população brasileira adulta. Esse trabalho ficará a cargo do Banco Central e tem como ponto de partida um treinamento com representantes das Forças Armadas”.<br />
Que este seja um primeiro passo de uma série, para deixar o nosso povo cada vez mais consciente. É esperar para ver.</p>

<p>No próximo artigo, abordaremos algumas dicas que ajudem a organização das finanças das pessoas físicas com a elaboração de um Fluxo de Caixa Diário das Finanças Pessoais.<br />
Mais duas referências bibliográficas:</p>

<p>c)    GESTÃO EM FINANÇAS PESSOAIS – autor: Eduardo D. Silva – Editora Qualitymark;<br />
d)    GUIA DE FINANÇAS PESSOAIS – autora: Mara Luquet Frankenberg – Valor Econômico &#8211; Editora Globo.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Curitiba, 01/mar/10</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Prof. BELLIO (Antonio Carlos Bellio)</p>]]></content:encoded>
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		<title>Que lições tirar da recente crise econômica mundial?</title>
		<link>http://www2.estacaopr.com.br/que-licoes-tirar-da-recente-crise-economica-mundial/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 23:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Professores]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estação e o Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[De tempos em tempos o Brasil tem sido sacudido por crises econômicas de proporções um pouco mais ou um pouco menos intensas. Da década de 1990 até os dias atuais ocorreram várias crises, mas nenhuma se compara em termos de amplitude com a recente crise mundial desencadeada pela queda abrupta das ações ligadas ao mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De tempos em tempos o Brasil tem sido sacudido por crises econômicas de proporções um pouco mais ou um pouco menos intensas. Da década de 1990 até os dias atuais ocorreram várias crises, mas nenhuma se compara em termos de amplitude com a recente crise mundial desencadeada pela queda abrupta das ações ligadas ao mercado imobiliário norte-americano, episódio mais conhecido como a crise do <em>Subprime</em>.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Alguns analistas chegaram precipitadamente a compará-la com a Crise de 1929 &#8211; a mais devastadora do século XX quando a taxa de desemprego nos EUA subiu de 9% para 25% em 1933. Não foi o caso. Ao contrário, na crise mundial recente, os governos conseguiram amenizar seus efeitos através da redução da taxa de juros, expansão do crédito e redução das alíquotas de impostos (caso específico do Brasil), principalmente para as indústrias que geram efeitos mais intensos sobre sua cadeia produtiva – caso da indústria automotiva, móveis/eletrodomésticos e construção civil.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>O resultado mais visível das medidas econômicas pode ser visto pelo PIB de países como Alemanha, E.U.A e Japão, que tiveram quedas na produção de 5%, 2,4%  e 5%, respectivamente em 2009, enquanto o Brasil conseguirá obter uma taxa de crescimento positivo em torno 1%, ou seja, conseguiu evitar um estrago maior.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Assim, surgem algumas questões: se a redução de impostos contribuiu decisivamente para amenizar o impacto da crise mundial no PIB brasileiro, por que não continuar com essa política? Será que o que vale na crise não vale para o período de normalidade? Qual foi o saldo em termos de receitas tributárias? Não precisamos nem falar que o conjunto das medidas propiciou a manutenção dos empregos, da renda e da demanda interna.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Começando pela última pode-se afirmar que, caso o PIB brasileiro tivesse caído 2% e o crescimento em 2009 se confirme em 1%, a perda de receitas federais teria sido de aproximadamente R$ 21 bi (considerando a alíquota de 22,07% registrada pela Receita Federal apenas em impostos da União).Assim, ao abrir mão de cerca de R$ 20 bi de impostos a União arrecadou outros R$ 21 bi, ou seja, equilibrou a balança e ainda evitou que a crise econômica exercesse maior impacto social.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Em relação à medida ser adotada apenas em períodos de crise é no mínimo questionável, visto que nos momentos de crescimento existe a tendência nos empresários de expandir seus investimentos se os impostos forem reduzidos, pois isto eleva a taxa de remuneração líquida do empreendimento. O efeito final é maior oferta, maior nível de emprego, maior renda e maior consumo das famílias.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Por fim, sugere-se uma reflexão: será que o governo federal continuará julgando viável uma elevação nos impostos e na taxa de juros em 2010 para arrecadar mais ou será que a principal lição da crise – a de que a carga tributária brasileira é um dos maiores entraves ao crescimento econômico – não foi aprendida? Sempre é tempo de aprender! Esperamos que o presidente seja um bom aluno e faça a coisa certa, para o bem do país.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p><em><strong>Jedson César de Oliveira</strong> é mestre em Desenvolvimento Econômico e professor da Estação Business School.</em></p>]]></content:encoded>
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		<title>“Mercado: Decifra-me ou devoro-te”</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 21:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Estação e o Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>

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		<description><![CDATA[O enigma da esfinge




A esfinge, importante tema mitológico nas antigas civilizações do Egito e Mesopotâmia, possuía cabeça de mulher, corpo de leão e asas de águia. Indefinida, portanto. Conta uma lenda grega que essa figura monstruosa, enviada por Hera, invadiu Tebas, destruindo os campos e afugentando moradores. A criatura, então, propôs a se retirar do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O enigma da esfinge</strong></p>

<p><strong><br />
</strong></p>

<p>A esfinge, importante tema mitológico nas antigas civilizações do Egito e Mesopotâmia, possuía cabeça de mulher, corpo de leão e asas de águia. Indefinida, portanto. Conta uma lenda grega que essa figura monstruosa, enviada por Hera, invadiu Tebas, destruindo os campos e afugentando moradores. A criatura, então, propôs a se retirar do local se alguém conseguisse decifrar seu enigma, porém aquele que não o fizesse seria devorado – decifra-me ou devoro-te!</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Seu enigma era: “Que animal caminha com quatro pés pela manhã, dois ao meio dia e três à tarde e é mais fraco quando tem mais pernas?” Édipo, filho do rei de Tebas, solucionou o mistério, respondendo:</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>“O Homem, pois ele engatinha quando pequeno, anda com as duas pernas quando é adulto e usa bengala na velhice”. Ao ver seu enigma solucionado, a Esfinge suicidou-se e Tebas libertou-se.</p>

<p>Que semelhanças identificamos entre o abstrato ser chamado Mercado e o mito da Esfinge? Como deciframos a conduta do mercado e suas variáveis, tornando-o metaforicamente “nervoso”, “preocupado”, como se fora um ser de alma? A quem compete decifrá-lo?</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Seriam os doutos economistas no rastro keynesiano, ou de vertentes ideológicas as mais diversas? As grandes corporações? O Estado mais ou menos regulador?</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>O Mercado, assim como a esfinge, é indefinido. Na sua composição podemos dizer que o mercado financeiro – a cabeça – é voraz quando estabelece que as instituições mais fortes tendem a devorar as mais fracas através das fusões e aquisições, mas ao mesmo tempo apresentam fraquezas como alavancagem muito mais alta do que prevê o Acordo da Basiléia; que o crédito necessário para a propulsão do vôo econômico – as asas – apresenta fortes restrições nas crises por medo dos calotes, o que acaba dificultando a irrigação do canal de financiamento ao consumo; que as instituições – o corpo – são tão grandes e fortes que dispensam a adoção de regras claras e protetoras, sinal de que há pouca regulamentação no setor.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Com efeito, as turbulências vividas na economia mundial no final de 2008, equivocadamente comparadas com as ocasionadas pela crise de 1929, colocaram em xeque o papel do mercado e, consequentemente, sua capacidade de influenciar nas expectativas dos agentes econômicos. Na maioria das vezes em que o mercado fica “nervoso” os agentes reconhecem sua fragilidade e convocam o governo para “acalmá-lo” (leia-se: sugerem a adoção de política fiscal expansionista e aumento da liquidez), ou seja, se antes o governo era desprezado por sua ineficiência, agora ele é visto como o salvador da pátria ao liberar recursos no mercado.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Por outro lado, se a força do mercado é tão grande como se tem alardeado, por que não usá-lo de maneira pró-ativa com o objetivo de evitar as grandes catástrofes econômicas ou pelo menos minimizá-la? Pelo menos em relação ao mercado de bens e serviços pode-se dizer que houve uma evolução devido à expansão da oferta, o que ajudou as economias, principalmente as emergentes, a superar o período inflacionário das décadas de 80 e 90 do século passado. No entanto, se a solução para a questão do financiamento dessa produção não se der no sentido da expansão equilibrada de ambos os mercados, observaremos por muito tempo momentos de euforia sucedidos por momentos de depressão.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>A resposta do enigma do mercado, assim como o da esfinge, está no Homem.<br />
Quando o ser humano, se possível, decifrar o porquê de sua voracidade, as razões de sua avidez, a causas de sua compulsão, quem sabe o mercado não se “estressasse” tanto, e ele não fosse socorrido somente por ciências exatas e reguladoras? Utopia? Talvez. Mas que a esfinge mercadológica não ficaria tão monstruosa, não ficaria.<br />
Afinal, se ainda não estamos na fase da bengala, porque não andarmos com nossas próprias pernas?</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p><strong> </strong></p>

<p><strong>PROF. MANOEL KNOPFHOLZ</strong><br />
Advogado. Especialista em instituições de direito, sucessão e negócios de empresas familiares e direito empresarial. Consultor. Fundador da Estação Business School.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p><strong>PROF.</strong><strong> JEDSON CESAR DE OLIVEIRA</strong><br />
Mestre em Desenvolvimento Econômico, graduado em Economia.  É pesquisador e professor da Estação Business School.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Que é Ser Autêntico?</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 12:28:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>web</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Estação e o Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Jerônimo Mendes
 Administrador, Professor Universitário e Palestrante
 Especialista em Desenvolvimento Pessoal e Profissional, apaixonado por Empreendedorismo


 

De acordo com Nathaniel Branden, Ph.D. em Psicologia, “as mentiras mais devastadoras para a nossa auto-estima não são as que contamos, mas as que vivemos.” De fato, quando a realidade da nossa experiência e a essência do nosso ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Jerônimo Mendes<br />
 Administrador, Professor Universitário e Palestrante<br />
 Especialista em Desenvolvimento Pessoal e Profissional, apaixonado por Empreendedorismo</strong></p>

<p><strong><br />
 </strong></p>

<p>De acordo com Nathaniel Branden, Ph.D. em Psicologia, “as mentiras mais devastadoras para a nossa auto-estima não são as que contamos, mas as que vivemos.” De fato, quando a realidade da nossa experiência e a essência do nosso ser é distorcida, vivemos aquilo que comumente se denomina de mentira, ilusão, auto-engano, fantasia e, por vezes, falta de integridade. Tão difícil quanto aceitar a realidade é entender a autenticidade.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Autenticidade é a característica de quem é autêntico, íntegro, legítimo, verdadeiro, sincero. Nesse sentido, você deixa de ser autêntico quando: demonstra superioridade ou inferioridade perante os demais; finge ter problemas para levar vantagem sobre alguém; ostenta uma situação incompatível com a sua realidade profissional e financeira; muda com frequência de credo e opinião; age diferente do que sua consciência manda; deixa-se influenciar pelo comportamento alheio; levanta a voz para fazer valer o seu ponto de vista; abre mão de suas convicções para ser aceito em determinado grupo; vive uma vida que não é sua; acredita mais nos outros do que em si mesmo; preocupa-se mais com os que outros pensam a seu respeito do que você mesmo; fala uma coisa e faz outra.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Ser autêntico exige uma luta constante consigo mesmo. Enquanto você tenta seguir à risca os ensinamentos proferidos por seus pais, amigos do peito e professores inesquecíveis, o mundo ao seu redor sugere o contrário: um pouco de mentira não faz mal; todo mundo trai; ninguém vai sentir falta; todo mundo rouba; ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão; estudo não enche barriga e outras afirmações absurdas que colocam em xeque a consciência e a autenticidade do ser humano.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Muitas pessoas recebem uma educação que anula o entendimento da autenticidade. Desde pequenas, aprendem a sorrir para quem não gostam, a negar o que sentem, a revidar em caso de ofensa, a apelar quando necessário, a rejeitar alguns aspectos da sua condição em vez de tentar entendê-los. Ser pobre ou menos abastado não significa ser inferior, mas não é isso o que reina.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Infelizmente, viver uma vida anônima, simples, com base em princípios e valores sólidos, não tem qualquer atrativo para a mídia em geral que se vale da hipocrisia e da desgraça alheia. Para atender aos anseios da sociedade em geral, as pessoas representam o tempo todo e procuram fazer de tudo, em troca de alguns minutos de fama, exceto aquilo que a consciência e o seu coração mandam. O homem só é sincero sozinho, dizia Emerson, pensador norte-americano.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Certa vez assisti uma entrevista com um advogado criminalista, o qual afirmava o seguinte: quando alguém tira a vida de uma pessoa, aquilo provoca dor, desgosto, repulsa e outros sintomas difíceis de serem corrigidos. Na segunda vez em que isso acontece, existe a uma dor temporária, porém amenizada em função da primeira. A partir da terceira ou quarta vida, a pessoa incorpora aquilo como se fosse algo normal, inerente à condição humana, por uma questão de sobrevivência, autodefesa, lei do mais forte ou coisa que o valha. Exemplo semelhante ocorre com os corruptos, os infiéis, os traficantes e os estelionatários.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Quanto você vive em meio à mentira, acaba fazendo parte dela.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Por essas e outras razões, é bem mais fácil falar de autenticidade do que adquiri-la, o que soa um pouco contraditório. Em vida, nascemos e permanecemos autênticos por um bom tempo, entre a infância e parte da adolescência. De alguma forma, a realidade do mundo consegue modificar o comportamento das pessoas, algumas para o bem, outras nem tanto.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Em nome da sobrevivência, o ser humano tende a se fingir de morto, a sufocar a dor, bajular, dissimular, exaltar qualidades alheias e, por vezes, perder a fé em si mesmo. Entretanto, ser autentico não significa revelar todos os segredos, entregar-se de corpo e alma numa relação, emitir opiniões controvertidas, dizer abestalhadamente tudo o que lhe vem à mente, disparar críticas infundadas, abrir mão das suas convicções.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Conservar a autenticidade é uma tarefa hercúlea, pois o “eu interior” precisa estar em sintonia com o “eu exterior”. Se, por um lado, pessoas autênticas são taxadas de antipáticas, frias e indiferentes, por outro, são mais respeitadas, conseguem mais amigos e transmitem mais confiança porque se pode contar com elas sem o perigo da traição, da mentira e da hipocrisia.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Por fim, lembre-se: pessoas autênticas valorizam a si mesmo e são mais autoconfiantes. Se você consegue expressar seus sentimentos com sinceridade e sutileza ao mesmo tempo, sem ferir os sentimentos alheios, você está no caminho certo. Ninguém conquista elevado nível de autenticidade sem antes compreender a si mesmo e, depois, o universo ao seu redor. De acordo com Jean-Sartre, filósofo francês, o desejo de adquirir a autenticidade nada mais é do que o desejo de compreendê-la melhor e não a perder. Pense nisso e seja feliz!</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Educação Financeira na Família</title>
		<link>http://www2.estacaopr.com.br/educacao-financeira-na-familia/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 17:32:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>web</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Estação e o Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[É a família, a célula básica da  sociedade, a primeira formadora de nossos princípios, convicções e hábitos que  levaremos pela vida a fora. E a Educação Financeira é uma que deve ser  aprendida, inicialmente, neste ambiente básico do nosso convívio social.



Historicamente pela nossa colonização,  fomos influenciados diretamente pelo Cristianismo (Igreja Católica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É a família, a célula básica da  sociedade, a primeira formadora de nossos princípios, convicções e hábitos que  levaremos pela vida a fora. E a Educação Financeira é uma que deve ser  aprendida, inicialmente, neste ambiente básico do nosso convívio social.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Historicamente pela nossa colonização,  fomos influenciados diretamente pelo Cristianismo (Igreja Católica Apostólica  Romana), que tem sobre o dinheiro a visão que pode ser dita com as palavras de <strong>Jacques  Attali</strong> (economista francês e um escritor sobre diversos temas,  incluíndo sociologia e economia mas também romances, biografias e até mesmo  livros infantis. Destacou-se também por ter sido conselheiro do presidente  francês François Mitterrand, com apenas 27 anos).</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p><strong>Do judaísmo ao cristianismo</strong></p>

<p>Jacques  Attali argumenta em “Les Juifs, le Monde et l´Argent” que com a chegada de  Jesus Cristo e o posterior desenvolvimento do cristianismo há uma revolução na  atitude perante o dinheiro. Esta clivagem tem muito a ver com a mesma clivagem  existente dentro do judaísmo ao tempo de Jesus entra Saduceus (judeus  estabelecidos, conservadores) e Fariseus e Essênios (com uma atitude mais  revolucionária, igualitária, ascética).</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Se,  para o judaísmo, <em><span style="text-decoration: underline;">possuir o dinheiro é  uma forma de estar em posição de evitar a violência e de resolver possíveis  problemas futuros</span></em>, já para a nova religião nascente, <em><span style="text-decoration: underline;">o dinheiro é algo de sujo e problemático</span></em> (a mesma atitude de algumas das facções do judaísmo mencionadas).</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Nas  palavras de Attali:<br />
 <em>“Paralelamente aprofundam-se as diferenças entre as duas doutrinas economicas.  Quer no Judaísmo como no Cristianismo acredita-se nas virtudes da caridade, da  justiça e das ofertas. Mas para os Judeus, é desejável ser rico, enquanto que  para os Cristãos é recomendado ser-se pobre. Para uns, (os Judeus) a riqueza é  um meio para melhor servir Deus; para os outros, (os Cristãos) ele  impossibilita a salvação. Para uns, o dinheiro pode ser um instrumento do bem;  para os outros os seus efeitos são sempre desastrosos. Para uns, qualquer  pessoa pode gozar do dinheiro bem ganho; para os outros ele queima-lhe os  dedos. Para uns, morrer rico é uma bênção, desde que o dinheiro tenha sido  adquirido moralmente e que se tenha cumprido com todos os deveres para com os  pobres da comunid</em><em>ade; para os outros, morrer pobre é uma condição  necessária da salvação &#8230;”</em></p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Necessário se faz, que as  famílias comecem o mais cedo possível, a orientar os seus filhos sobre a  utilização do dinheiro. Criar hábitos de poupar, em casa, tais como os de não  desperdiçar luz, água, comida, entre outros, que se incorporarão aos nossos  hábitos e que nos ajudarão no trato com o dinheiro, futuramente.</p>

<p><br />
 Quando das compras, com os  filhos, devemos mostrar a eles a real necessidade de comprar e fazer pesquisa  de preços para que os pequenos comecem a valorizar as diferenças que poderão  servir em outras ocasiões para a aquisição de outros bens necessários e com  isto criar o hábito do poupar e não só gastar.</p>

<p><br />
 “Comprar só pelo gosto de  comprar” pode levar a que muitas famílias tenham seu orçamento desequilibrado  (gastam mais que ganham) e com isto criam uma série de problemas, inclusive a  desestruturação da mesma. E sabemos muito bem as consequencias de familias  desestruturadas: drogas, marginalidade, etc.</p>

<p><br />
 No próximo artigo, abordaremos a Educação Financeira na escola  brasileira.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Incluiremos a partir deste artigo algumas referências  bibliográficas como complemento.</p>


<ol>
		<li>TERAPIA FINANCEIRA – autor: Reinoldo  Domingos – Editora Gente;</li>
		<li>GUIA PRÁTICO PARA CUIDAR DO SEU  ORÇAMENTO – autor: Louis Frankenberg – Editora Campus. </li>
</ol>


<p><br class="spacer_" /></p>

<p>Curitiba, 30/jan/10<br />
 Prof. BELLIO (Antonio Carlos Bellio)</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Artigos de Professores</title>
		<link>http://www2.estacaopr.com.br/artigos-de-professores/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 17:12:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>web</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estação e o Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos de Professores]]></category>

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		<description><![CDATA[Professor Antonio Carlos Bellio




		Educação Financeira
		Educação Financeira na Família
		Educação Financeira na Escola






Professor Jedson Cesar de Oliveira




		A Gastança do Governo Federal
		Que lições tirar da recente crise econômica mundial?
		&#8220;Mercado: Decifra-me ou devoro-te&#8221; 






Professor Jerônimo Mendes




		A Arte de Planejar o Futuro
		Como Elevar Sua Auto-Estima
		A Receita de Sucesso nos Negócios
		A Difícil Arte da Liderança
		A Batalha por sua Mente
		A Organização que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Professor Antonio Carlos Bellio</strong></p>


<blockquote>
<ul>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/educacao-financeira/">Educação Financeira</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/educacao-financeira-na-familia/">Educação Financeira na Família</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/educacao-financeira-na-escola/">Educação Financeira na Escola</a></li>
</ul>
</blockquote>


<p><br class="spacer_" /></p>

<p><strong>Professor Jedson Cesar de Oliveira</strong></p>


<blockquote>
<ul>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/a-gastanca-do-governo-federal">A Gastança do Governo Federal</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/que-licoes-tirar-da-recente-crise-economica-mundial/">Que lições tirar da recente crise econômica mundial?</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/%e2%80%9cmercado-decifra-me-ou-devoro-te%e2%80%9d/">&#8220;Mercado: Decifra-me ou devoro-te&#8221; </a></li>
</ul>
</blockquote>


<p><br class="spacer_" /></p>

<p><strong>Professor Jerônimo Mendes</strong></p>


<blockquote>
<ul>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/a-arte-de-planejar-o-futuro/">A Arte de Planejar o Futuro</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/como-elevar-sua-auto-estima/">Como Elevar Sua Auto-Estima</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/a-receita-de-sucesso-nos-negocios/">A Receita de Sucesso nos Negócios</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/a-dificil-arte-da-lideranca/">A Difícil Arte da Liderança</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/a-batalha-por-sua-mente/">A Batalha por sua Mente</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/a-organizacao-que-aprende/">A Organização que Aprende</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/como-elevar-sua-auto-estima/">Como Elevar Sua Auto-Estima</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/fases-da-vida-profissional/">Fases da Vida Profissional</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/filsofia-empreendedora/">Filosofia da Vida Empreendedora</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/no-fundo-das-aparencias/">No fundo das Aparências</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/o-mito-da-empresa-familiar/">O Mito da Empresa Familiar</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/o-poder-do-networking/">O Poder do Networking</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/ser-humano-ou-ser-profissional/">Ser Humano ou Ser Profissional</a></li>
		<li><a href="/o-que-e-ser-autentico/">O Que é Ser Autêntico?</a></li>
</ul>
</blockquote>


<p><br class="spacer_" /></p>

<p><strong>Professor Judas Tadeu Grassi Mendes</strong></p>


<blockquote>
<ul>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/brasil-visao-estrategica/">Brasil Visão Estratégica</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/brasil-na-crise-condicoes-favoraveis-e-negativas/">Brasil na Crise (Condições Favoráveis e Negativas)</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/unica-saida-caras-pintadas/">Única Saída: Caras Pintadas</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/copa-e-olimpiada-a-nossa-chance/">Copa e Olimpíada: A Nossa Chance?</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/o-duopolio-aereo-brasileiro/">O Duopólio Aéreo Brasileiro</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/a-origem-da-inflacao-brasileira-a-cegueira-dos-erros-historicos/">A Origem da Inflação Brasileira: A Cegueira dos Erros Históricos</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/a-heranca-nefasta-do-governo-fhc/">A Herança Nefasta do Governo FHC</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/fhc-lula-r-820-bilhoes-no-lixo/">FHC-LULA: R$ 820 Bilhões no Lixo</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/governo-a-nossa-%E2%80%9Cdesgraca%E2%80%9D/">Governo: A Nossa “Desgraça”</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/minha-visao-de-lideranca/">Minha Visão de Liderança</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/nunca-na-historia-desse-pais/">Nunca na História desse País</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/lula-a-tragedia-de-r-1-trilhao-de-juros/">LULA: A Tragédia de R$ 1 trilhão de Juros</a></li>
</ul>
</blockquote>


<p><br class="spacer_" /></p>

<p><strong>Professor Paulo Campos</strong></p>


<blockquote>
<ul>
		<li><a href="/paulo-campos-lideranca-saber-e-fazer">Liderança Saber e Fazer</a></li>
</ul>
</blockquote>


<p><br class="spacer_" /></p>

<p><strong>Professor Paulo Motta</strong></p>


<blockquote>
<ul>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/auditoria-de-contratos-tercerizados/">Auditoria de Contratos Tercerizados</a></li>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/contrato-ativo-empresarial/">Contrato Ativo Empresarial</a></li>
</ul>
</blockquote>


<p><br class="spacer_" /></p>

<p><strong>Professor Wolney Afonso Pereira</strong></p>


<blockquote>
<ul>
		<li><a href="http://www2.estacaopr.com.br/uma-visao-mercadologica-sobre-a-origem-das-estrategias-empresariais/">Uma Visão Mercadológica Sobre a Origem das Estratégias Empresariais</a></li>
</ul>
</blockquote>


<p style="padding-left: 150px;"><br class="spacer_" /></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>LULA: A Tragédia de R$ 1 trilhão de Juros</title>
		<link>http://www2.estacaopr.com.br/lula-a-tragedia-de-r-1-trilhao-de-juros/</link>
		<comments>http://www2.estacaopr.com.br/lula-a-tragedia-de-r-1-trilhao-de-juros/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 17:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>web</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Estação e o Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[A já famosa frase do nosso presidente “nunca na história deste país” teve em julho de 2009 uma infeliz verdade: o governo Lula chegou ao estratosférico valor de R$ 1.000.000.000.000 (R$ 1 trilhão) somente em pagamentos de juros da dívida pública, em seis anos e meio. Imagino que o leitor deste artigo deva estar imaginando que este autor cometeu um equívoco no cálculo do valor. Afinal, como pode chegar a R$ 1 trilhão, ou seja, um terço do PIB brasileiro? Para deixar claro que não há nenhum engano, vamos mostrar todos os valores anualmente, desde 2003, cujo valor foi de R$ 145 bilhões, e nos anos seguintes os valores respectivos de R$ 128 bilhões, R$ 157 bilhões, R$ 160 bilhões, R$ 159 bilhões, R$ 162 bilhões (recorde da história do Brasil), totalizando mais de R$ 911 bilhões nos seis primeiros anos do governo Lula. Mas, somando-se os valores dos seis primeiros meses de 2009 chegamos em julho a R$ 1 trilhão, aliás, um fenômeno que não para de crescer diariamente. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right">Judas Tadeu Grassi Mendes (*)</p>
<br />
<p>A já famosa  frase do nosso presidente “nunca na história deste país” teve em julho de 2009  uma infeliz verdade: o governo Lula chegou ao estratosférico valor de R$ 1.000.000.000.000  (R$ 1 trilhão) somente em pagamentos de juros da dívida pública, em seis anos e  meio. Imagino que o leitor deste artigo deva estar imaginando que este autor  cometeu um equívoco no cálculo do valor. Afinal, como pode chegar a R$ 1  trilhão, ou seja, um terço do PIB brasileiro? Para deixar claro que não há  nenhum engano, vamos mostrar todos os valores anualmente, desde 2003, cujo  valor foi de R$ 145 bilhões, e nos anos seguintes os valores respectivos de R$  128 bilhões, R$ 157 bilhões, R$ 160 bilhões, R$ 159 bilhões, R$ 162 bilhões (recorde  da história do Brasil), totalizando mais de R$ 911 bilhões nos seis primeiros  anos do governo Lula. Mas, somando-se os valores dos seis primeiros meses de  2009 chegamos em julho a R$ 1 trilhão, aliás, um fenômeno que não para de  crescer diariamente.   </p>
<br />
<p><strong>Para se ter uma ideia desta verdadeira    trágica gastança, basta dizer que este valor representa mais do dobro do    total destinado pelo governo em Educação, Saúde e Investimentos em  infraestrutura. Simplesmente    um absurdo. É por isso que nossas escolas, nossos hospitais e nossas estradas    estão um caos.</strong></p>
<br />

<p>Sabemos que o  Brasil é antes de tudo um país injusto pela concentração perversa da renda  nacional. Mas posso afirmar, sem nenhum engano, que nunca houve tanta  concentração de renda nas mãos dos bancos como no governo Lula. Quem diria,  hein?  É bom lembrar que mais de 80% de  todo o crédito está em apenas oito instituições financeiras. Manter juros tão  altos, sem nenhuma justificativa, exceto por vontade política, é um crime contra  os brasileiros, pelas seguintes razões:</p>
<ol>
  <li>força-os  a ter de pagar mais impostos (que também já superam R$ 1 trilhão por ano) para  gerar um superávit primário, com o intuito de sobrar dinheiro para pagar juros  para os bancos;</li>
  <li>o  governo, para gerar superávit primário, praticamente não investe em infraestrutura. Nos  seis primeiros anos, o governo Lula não investiu R$ 90 bilhões, ou seja, tem  dinheiro para pagar juros mas não para investir. Para cada R$ 10 em juros, não  investe nem R$ 1;</li>
  <li>por  tudo isso, a qualidade da educação básica está uma lástima; os hospitais  públicos, uma tragédia; e as estradas, esburacadas ou sem asfaltos, uma pista  da morte.</li>
</ol>
<br />
<p>Posso imaginar  alguém querendo me criticar por este artigo, dizendo: ”Mas isso já vem há tempos”,  como se eu fosse uma pessoa contra o governo Lula, apenas para ser contra. Não,  eu sou é a favor do Brasil. E jamais esperei que uma pessoa com a trajetória de  Lula fosse se entregar para o sistema financeiro (nacional e internacional) da  maneira como ele vem fazendo, com o apoio do presidente do Banco Central,  Henrique Meirelles. É uma pena e um desastre para o país e para os brasileiros.</p>
<p><br />
  Com isso,  simplesmente estamos mais uma vez perdendo o bonde do mundo. Antes da crise, o  mundo crescia, mas o Brasil patinava. Com a crise, era hora de o governo, em  vez de torrar bilhões com juros, destinar essas montanhas de dinheiro para  fazer do Brasil um canteiro de obras, preparando o país para, assim que a crise  acabasse, voltar efetivamente a crescer.</p>
<p><br />
  Mais uma vez o  governo continua enganando o povo. A única coisa que sobra é o Fome Zero,  programa a que sou favorável, pois consome por ano menos de 10% do que se torra  com juros. Do tão propalado PAC, o governo é o que menos investe. Mas, fala-se  muito.</p>
<p><br />
  Se somarmos ao  R$ 1 trilhão em juros o aumento que houve na dívida, a conta ultrapassa R$ 1,6 trilhão. O caro leitor sabe o que isso  significa? Simplesmente mais de R$ 700 milhões por dia do atual governo  torrados com juros e com o aumento da dívida pública.  Infelizmente, a grande maioria do povo  brasileiro não sabe de nada disso.  A  péssima educação ajuda o povo a se contentar com os R$ 70 do Fome Zero.</p>
<br />
<p><strong>(*)  Ph.D.  em Economia e Agribusiness pela Ohio State University (EUA, 1980), foi  Professor Titular da UFPR (1974-95), Professor visitante nos EUA, Japão e  Alemanha, autor de seis livros de Economia e Agronegócio. É um dos fundadores e  atual diretor presidente da Estação Business School.</strong></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nunca na História desse País</title>
		<link>http://www2.estacaopr.com.br/nunca-na-historia-desse-pais/</link>
		<comments>http://www2.estacaopr.com.br/nunca-na-historia-desse-pais/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 16:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>web</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Estação e o Mercado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www2.estacaopr.com.br/?p=759</guid>
		<description><![CDATA[O meu objetivo neste artigo é mostrar que o setor público é a grande pedra no caminho do povo brasileiro e registrar o que Lula não nos diz, embora utilize com frequência a sua já famosa frase: “Nunca na história deste país”. Sua popularidade elevada tem muito a ver com o baixo nível educacional do povo brasileiro, do qual apenas a minoria lê jornais e revistas. Vamos a seguir citar 20 situações que Lula procura não ver e ainda tenta nos vender que tudo está uma maravilha. A verdade é que “nunca na história deste país”:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right">Judas Tadeu Grassi Mendes (*)</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p>O meu objetivo neste artigo é  mostrar que o setor público é a grande pedra no caminho do povo brasileiro e  registrar o que Lula não nos diz, embora utilize com frequência a sua já famosa  frase: “Nunca na história deste país”. Sua popularidade elevada tem muito a ver  com o baixo nível educacional do povo brasileiro, do qual apenas a minoria lê  jornais e revistas. Vamos a seguir citar 20 situações que Lula procura não ver  e ainda tenta nos vender que tudo está uma maravilha. A verdade é que <strong>“nunca na história deste país”</strong>:</p>


<ol>
		<li> Pagamos tanto juro  como no governo Lula, e, o pior, totalmente desnecessário. A concentração de  renda nas mãos dos bancos é sem precedentes. É mais de meio bilhão de reais por  dia útil. Em juros, o Brasil é campeão mundial, mas quem manda no país é o  poderoso senhor Meirelles;</li>
		<li> Pagamos tanto  imposto (mais de R$ 1 trilhão em seis e meio primeiros anos do governo Lula)  quanto neste governo. Aliás, já está garantido este troféu para o governo Lula,  como “nunca na história deste país”;</li>
		<li> A dívida interna,  em valor absoluto, aumentou tanto quanto nos governos FHC e Lula: saiu de R$ 60  bilhões para mais de R$ 1,5 trilhão atualmente;</li>
		<li> Investiu-se tão pouco de recursos vindos do setor público em infraestrutura, em  especial em estradas, portos, saneamento, em educação e em saúde. Aliás, dos  investimentos previstos do PAC, apenas 15% serão feitos com recursos do  Tesouro. A imensa maioria deve vir de empresas privadas e estatais. Por falar  em PAC, ele emPACou. </li>
		<li> Morreu tanta gente nas estradas do Brasil, por conta das péssimas condições de  manutenção. Em 2008, o governo federal investiu em obras apenas 22,5% do  previsto, cujo valor já era ridículo. Há incompetência até para investir tão  pouco.</li>
		<li> O Brasil cresceu  tão pouco e abaixo da média mundial, de tal modo que foi o penúltimo na América  Latina, à frente apenas do pobre Haiti;</li>
		<li> O superávit  primário foi tão elevado até 2008 (com queda brusca em 2009), a custa de não  investir no país, tudo para sobrar recursos para pagar juros, que não levam a  nada, exceto à elevadíssima rentabilidade (24%) dos bancos;</li>
		<li> Fizemos tanta coisa ao contrário do mundo. Enquanto o mundo crescia o Brasil  patinava. Enquanto os juros caíam no mundo no início da crise em 2008, no  Brasil aumentava.</li>
		<li> A insegurança no  Brasil foi tão assustadora, apesar de que nunca gastamos tanto com equipamentos  para nos protegermos;</li>
		<li> Morreu tanta gente por assaltos, roubos e  insegurança quanto no governo Lula;</li>
		<li> A educação básica  foi tão relegada a segundo plano, a ponto de que um aluno do ensino fundamental  da escola pública custar apenas 10% do que custa um do ensino superior nas  universidades federais;</li>
		<li> Os  usuários da saúde pública foram tão maltratados, morrendo aos milhares nas  filas dos hospitais, sem nenhum tratamento ou com atenção aquém do necessário. </li>
		<li> Planejou-se tão  pouco o nosso futuro, como um país com estratégia e com visão para um bem estar  melhor da população. Simplesmente, não há nenhum planejamento de longo prazo  para o Brasil. É tudo no famoso “migué” ou “SDS, isto é, Só Deus Sabe”;</li>
		<li> Gastou-se tanto com  os funcionários públicos, chegando atualmente a mais de R$ 140 bilhões por ano,  e nunca se contrataram tantos funcionários, apesar do ainda péssimo serviço  prestado pelo setor público;</li>
		<li> Houve tantas notícias e CPIs sobre corrupção (com dinheiro até nas cuecas)  quanto no governo Lula, nem tivemos um presidente que defendesse tanto seu  filho, por ter recebido de uma empresa de telefonia alguns milhões de reais,  sem nenhuma justificativa, pois, afinal, ele tinha apenas uma firminha de fundo  de quintal;</li>
		<li> Tivemos um  presidente que defendesse tanto o governo ditador de Cuba, onde a população não  tem nenhuma liberdade de expressão e de ir e vir e nem que apoiasse tanto  governos do tipo boliviano, venezuelano e iraquiano, cujos líderes são  personagens folclóricos e estadistas nulos. Aliás, a política externa  brasileira é contraditória;</li>
		<li> A elevada gastança  em relação aos baixos investimentos foi tão grande, nem os desperdícios foram  tão elevados. O governo Lula vem torrando R$ 1,3 bilhão por dia em apenas  quatro itens de gastança: juros+pessoal+máquina administrativa+déficit da  previdência). Em investimentos não chega a R$ 70 milhões por dia;</li>
		<li> Necessitamos tanto  de um choque de gestão pública como agora. Afinal, nunca tivemos tantos  ministérios e secretarias especiais (são mais de 30) quanto no governo atual,  em que mais de 90% dos ministros são totalmente desconhecidos e sem nenhuma  expressão, exceto para fazer gastança;</li>
		<li> Um presidente do  Banco Central mandou tanto no Brasil quanto neste governo, apesar dos erros  permanentes, sem que o presidente nada faça, e principalmente o vice-presidente  sempre pedindo para baixar a Selic. Aliás, até os banqueiros têm o mesmo  pedido.</li>
		<li> Tivemos um  presidente com tão baixo nível educacional, um desestímulo para as futuras  gerações.  Isso aconteceu porque os  outros (anteriores) também erraram muito.</li>
</ol>


<p><br class="spacer_" /></p>

<p>No  próximo artigo, vamos propor uma visão estratégica para o Brasil. Não é para  chorar, mas alertar para a cegueira que campeia neste país. Só vê tudo ao  contrário o presente Lula, que, apesar da sua trajetória anterior, vive atualmente  longe da realidade dos brasileiros. Aliás, vive quase mais no exterior do que  no Brasil. Quem diria, hein? Pense nisso!.</p>

<p><br class="spacer_" /></p>

<p><strong>(*)  Ph.D.  em Economia e Agribusiness pela Ohio State University (EUA, 1980), foi  Professor Titular da UFPR (1974-95), Professor visitante nos EUA, Japão e  Alemanha, autor de seis livros de Economia e Agronegócio. É um dos fundadores e  atual diretor presidente da Estação Business School.</strong></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www2.estacaopr.com.br/nunca-na-historia-desse-pais/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Minha Visão de Liderança</title>
		<link>http://www2.estacaopr.com.br/minha-visao-de-lideranca/</link>
		<comments>http://www2.estacaopr.com.br/minha-visao-de-lideranca/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 16:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>web</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Estação e o Mercado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www2.estacaopr.com.br/?p=756</guid>
		<description><![CDATA[Não sou um especialista em gestão de pessoas, mas minha vida tem sido muito intensamente compartilhada com gente, seja na minha experiência no setor público (como presidente do Ipardes ou da Fundepar), ou no setor privado (com pró-reitor de um centro universitário e de uma universidade) e agora como diretor presidente da Estação Business School. Nada mais agradável do que conviver com pessoas, principalmente com gente onde o clima organizacional é de felicidade e de profissionais que tenham prazer em estar trabalhando. Afinal, vivemos pelo menos um terço da nossa vida no trabalho, o qual não deve ser encarado como um castigo, mas como um momento de realização pessoal e profissional. Qual maior satisfação de um ser humano de estar contribuindo para geração de produtos e serviços que melhorem as condições de vida de outros serem humanos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><strong>Judas Tadeu Grassi  Mendes (*)</strong></p>
<br />
<p>Não sou um especialista em gestão de  pessoas, mas minha vida tem sido muito intensamente compartilhada com gente,  seja na minha experiência no setor público (como presidente do Ipardes ou da  Fundepar), ou no setor privado (com pró-reitor de um centro universitário e de  uma universidade) e agora como diretor presidente da Estação Business  School.  Nada mais agradável do que  conviver com pessoas, principalmente com gente onde o clima organizacional é de  felicidade e de profissionais que tenham prazer em estar trabalhando. Afinal,  vivemos pelo menos um terço da nossa vida no trabalho, o qual não deve ser  encarado como um castigo, mas como um momento de realização pessoal e  profissional. Qual maior satisfação de um ser humano de estar contribuindo para  geração de produtos e serviços que melhorem as condições de vida de outros  serem humanos?</p>
<p><br />
  É fundamental entender que líder não é  apenas quem está no topo da organização. A liderança pode e deve ser exercida em  todos os níveis da empresa.  Um auxiliar  de escritório pode ter uma liderança no seu ambiente de trabalho, desde que ele  tenha algumas características ou virtudes, que a seguir consideramos  fundamentais. <br />
<br />
  <strong>Características ou  virtudes do líder</strong><br />
  Num resumo das principais virtudes  de um líder, na opinião de vários autores, pode-se citar as seguintes:</p>
<p>- <strong>Humildade</strong>. Não tem liderança quem é arrogante e orgulhoso.  A modéstia é uma virtude.<br />
  &#8211; <strong>Respeito</strong>. Tratar todas as pessoas (independentes de suas posições)  como importantes. A senhora que serve o cafezinho deve ser bem tratada e  valorizada. Ninguém é superior: todos devem ser considerados iguais. Somente  assim, cria-se um clima organizacional prazeroso. O respeito não é algo que se  ganha, mas é conquistado quando se é líder.<br />
  &#8211; <strong>Paciência e serenidade</strong>. Ter senso de  justiça é fundamental para um líder.<br />
  &#8211; <strong>Bondade</strong>. Dar atenção e incentivo a todos os colaboradores, de modo  que todos se sintam igualmente valorizados.<br />
  &#8211;  <strong>Dedicação  total e Paixão. </strong>Alguém que coloca emoção e alma para realizar sonhos.<br />
  &#8211; <strong>Altruísta</strong>. É o líder que, antes de atender suas próprias  necessidades, procura atender as necessidades dos outros. È ai que ele se torna  o chamado “líder servidor”.<br />
  &#8211; <strong>Honestidade e integridade</strong>. Com elas, o líder conquista a confiança  e constrói uma organização sólida e duradoura. Assim, as pessoas acreditam nele  e confiam em suas palavras.<br />
  &#8211; <strong>Caráter e ética</strong>. Diz respeito à  maturidade moral, que é a disposição de fazer a coisa certa, mesmo quando o  líder não tem vontade. É a força moral e ética que guia o comportamento de  acordo com valores e princípios adequados. Assim, o líder passa a ser exemplo e  inspira as pessoas. <br />
  &#8211; <strong>Proatividade e Coragem </strong>. O verdadeiro  líder tem atitude, não tem medo de correr riscos e procura fazer o que antes  parecia impossível.  O líder tem que ser  inovador e proativo.<br />
  &#8211; <strong>Foco</strong> <strong>e Objetivo</strong>. Não se  deve desperdiçar tempo e energia com tarefas que não fazem parte do sonho de  uma equipe. É fundamental focar nos objetivos claros em mente.<br />
  &#8211; <strong>Maturidade humana</strong>. Equilíbrio e clareza nas decisões, amadurecidas,  depois de ouvir os demais envolvidos.<br />
  &#8211; <strong>Compromisso</strong>. Um verdadeiro líder cumpre os compromissos que assume.  Para tanto, a lealdade com a sua equipe é fundamental. Compromisso é ter a  coragem moral de fazer a coisa certa, mesmo que implique nas relações de  amizade.<br />
  &#8211; <strong>Abnegação</strong>. É a combinação de duas características acima: humildade  com altruísmo. Pensar e agir para os outros.<br />
- <strong>Habilidades</strong> para: observar, escutar, falar, envolver, compreender,  dar e receber feedback, orientar.</p>
<br />
<p>Com  estas características ou virtudes, o profissional tem o respeito de seus  colegas de trabalho e é seguido por eles. Afinal, os líderes têm seguidores. O  verdadeiro líder sabe administrar e valorizar os ativos mais sensíveis e importantes  de uma organização: as pessoas. Afinal, são elas que fazem os processos Apesar  de não ser fácil, é gratificante. É difícil encontrar uma empresa de sucesso  que não tenha por trás um líder. Uma das causas do insucesso das organizações  está na ausência de uma liderança dinâmica e eficaz.</p>
<br />
<p><strong>Líder  tem autoridade, não poder</strong></p>
<p>Se  liderança é a capacidade de influenciar pessoas para o bem, os times eficazes  não têm “ditadores” ou “chefes”, pois todos podem ser líderes, em que cada um  tem a responsabilidade pessoal pelo sucesso da equipe. Todos deixam a sua  marca, uns mais do que outros.</p>
<p><br />
  Só é líder que assume grandes  responsabilidades para com as pessoas. Afinal, ele tem uma profunda  interferência na vida delas e as fazem ainda melhores do que seriam capazes de  ser, sem uma boa liderança.</p>
<p><br />
  Pelo poder, o falso líder tem a  capacidade de obrigar, forçando os outros a obedecerem à sua vontade. O  problema é que o poder deteriora os relacionamentos, com conseqüências  negativas para a empresa.</p>
<p><br />
  O verdadeiro líder tem autoridade  com as pessoas, uma vez que ele tem a habilidade de leva-las a aceitarem de bom  grado sua vontade, por causa de sua influência natural e pessoal. O poder  impõe, mas não constrói, enquanto pela autoridade, o líder constrói ambientes melhores  e com maiores resultados para a organização.   <br />
  Por exemplo, Gandhi, Madre Tereza de  Calcutá, Martin Luther King Jr não tinham poderes em mãos, mas tinham  autoridade e por isso tiveram seguidores. Jesus Cristo é um outro exemplo,  tornando-se um dos maiores líderes de todos os tempos.</p>
<br />
<p><strong>Na  crise, jogar só para não perder?</strong><br />
Neste novo ambiente econômico dos  negócios, de crise financeira mundial, os líderes precisam ser mais arrojados,  criando ambientes colaborativos que melhorem a estratégia. Em vez de se tornarem  mais defensivos, como normalmente ocorre num momento de crise, os líderes  atuais precisam deixar de jogar para não perder (como por exemplo redução do  caixa e giro mais lento dos estoques), numa analogia do futebol e serem mais  ofensivos e criativos.  Quem joga apenas  para não perder faz somente o suficiente para sobreviver, assume estratégia com  base apenas no passado (cujas condições mudaram), e apenas espera o que os  outros estão fazendo. Assim, sem inovação, o risco passa a ser ainda maior. Jogando  para vencer, a empresa, sob a orientação de um verdadeiro líder, passa a  utilizar recursos e ativos para investir em novas oportunidades estratégicas  com ações.</p>
<p><br />
  Na crise, investir em gente se tornou  ainda mais vital. Somente pessoas preparadas são capazes de transformar crise em oportunidades. Os  líderes que não perceberem isso conduzirão suas organizações por caminhos mais  difíceis. Esse desafio é ainda maior porque o clima organizacional piorou por  causa da crise e das incertezas. Nada pior para uma empresa do que um líder  desmotivado com as dificuldades de seu negócio, pois isso contamina ainda mais  o ambiente. Transmitir entusiasmo e motivação é fundamental.</p>
<p><br />
  Uma organização que tem um líder que  inspira e se comunica bem coma equipe é determinante para comprometer e  envolver os colaboradores em tempos de turbulência. As empresas que têm um  ótimo clima para se trabalhar normalmente praticam lições como: coesão e  transparência entre a direção e os colaboradores, comunicação interna clara e adequada,  desenvolvimento de pessoas, estímulos à motivação e senso de compartilhamento  das decisões. Um dos grandes desafios de um líder é não falhar na hora de  motivar equipes na crise.</p>
<br />
<p><strong>(*)  Ph.D.  em Economia e Agribusiness pela Ohio State University (EUA, 1980), foi  Professor Titular da UFPR (1974-95), Professor visitante nos EUA, Japão e  Alemanha, autor de seis livros de Economia e Agronegócio. É um dos fundadores e  atual diretor presidente da Estação Business School.</strong></p>]]></content:encoded>
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		<title>Governo: A Nossa “Desgraça”</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 16:46:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>web</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos de Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Estação e o Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Que a economia brasileira mudou nos últimos quinze anos é algo inquestionavel. A produção agrícola duplicou (principalmente por aumento de produtividade), a da maioria dos principais produtos industriais pelo menos duplicou (chegando em alguns casos a quadruplicar), também pela via de maior produtividade. Acontece que quem produz não é o setor público, mas o privado. As empresas foram forçadas a se tornarem mais competitivas e isso foi conseguido por:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><strong>Judas  Tadeu Grassi Mendes (*)</strong></p>
<br />
<p>Que a economia brasileira mudou nos  últimos quinze anos é algo inquestionavel.   A produção agrícola duplicou (principalmente por aumento de  produtividade), a da maioria dos principais produtos industriais pelo menos  duplicou (chegando em alguns casos a quadruplicar), também pela via de maior  produtividade.  Acontece que quem produz  não é o setor público, mas o privado.  As  empresas foram forçadas a se tornarem mais competitivas e isso foi conseguido  por:</p>
<ol>
  <li>apostarem em tecnologia para aumentar  a produtividade;</li>
  <li>com maior produtividade, conseguiram  reduzir o custo unitário, ou seja, o custo médio de produção;</li>
  <li>melhoria da qualidade.</li>
</ol>
<br />
<p>Esse, sem dúvida, foi o grande feito  do governo FHC, ao criar alguns processos que forçaram as empresas a terem que  mudar seus processos produtivos, de tal forma que o combate à inflação foi  conseguido, sem tabelamento.  Esses  processos foram e ainda são: a globalização, a abertura da economia brasileira  (que efetivamente ocorreu a partir de 1994), a estabilização da economia (é bom  lembrar que o Plano Real é de 1994), a privatização (a partir de 1991) e a  crescente conscientização dos consumidores brasileiros (o Código de Defesa do  Consumidor é de 1991).</p>
<br />
<p>Em outras palavras, o setor privado  brasileiro fez a lição de casa e melhorou significativamente nas duas últimas  décadas.  As empresas mudaram, apesar de  o setor público brasileiro ter sido a grande pedra no caminho, dificultando que  essas melhorias acontecessem.  Se não vejamos:</p>
<br />
<p><strong>Setor Público: a pedra  no caminho</strong></p>
<ol>
  <li>os investimentos públicos em ciência e  tecnologia não chegam a US$ 20,00 por habitante/ano, enquanto no Japão  ultrapassa a US$ 300,00 por japonês por ano;</li>
  <li> os investimentos públicos em educação básica  são vergonhosos para padrões minimamente decentes.  Basta dizer que é de apenas R$ 3,00 por dia/  estudante em escolas públicas, ou seja, algo como R$ 100 por mês, enquanto um  preso custa mais de R$ 1.500,00/mês;</li>
  <li>os investimentos públicos em  infraestrutura nos últimos anos no Brasil tem sido pífios (apesar da propaganda  oficial dizer o contrário). O atual governo Federal investe apenas 0,35% do PIB  em infraestrutura e esse valor vem caindo. É por isso que se fala tanto em  apagões: apagão das estradas, dos portos, da energia e assim por diante.  Recentemente, os jornais publicaram que 70% das estradas no Brasil têm  problemas sérios de pavimentação. Dos cerca de 90 mil km das principais  estradas pavimentadas, 62 mil km estão em estado ruim ou péssimo. Estradas  ruins significam custos elevados para as empresas, que precisam ser  competitivas;</li>
  <li>os impostos  não param de aumentar. O governo Lula  prometeu que não iria aumentar impostos, mas isto foi só no papo, porque na  verdade, não parou de crescer. Não levamos mais um ano para pagar um trilhão de  reais.  Aliás, o atual governo foi o  primeiro a chegar a esta (negativa) proeza, isto é, “nunca na história deste  país”&#8230;</li>
  <li>também “nunca antes na história deste  país” tenha havido um governo que pagasse em apenas seis anos e meio um trilhão  de reais em juros, no que os bancos agradecem penhoradamente. Na verdade,  estamos trabalhando para pagar juros, infelizmente, e o governo é o principal  responsável por manter juros tão altos desnecessariamente. Afinal, o mundo tem  juros baixos e não tem inflação. Por que o Brasil tem que ter juros altos para  conter a inflação?  Ninguém do governo  responde a esta pergunta.</li>
  <li>a dívida pública é o fenômeno que não  para de crescer.  O governo Lula, apesar  de querer nos enganar dizendo que quando ele assumiu era de 51% do PIB e hoje é  apenas um pouco menor (47%), não nos diz que a dívida era de R$ 750 bilhões e  hoje já duplicou (algo como R$ 1,5 trilhão).</li>
  <li> De 1960 a 2000, o Brasil sempre cresceu mais do  América Latina.  Em 2002, mais da metade  do PIB do continente era brasileiro. Como a partir de 2003, estamos crescendo  menos do que a taxa da América Latina, nossa participação foi reduzida para  45%. Aliás, por falar em baixo crescimento, temos que agradecer o Haiti, por  não ter deixado o Brasil ser o último da América Latina;</li>
  <li>Recentemente os jornais publicaram:  “Contas públicas têm pior resultado desde 2001”. Somente, em 2009, o governo já teve  quatro meses de déficit no conceito primário (que não inclui o pagamento de  juros). Em setembro/09, o déficit primário chegou ao recorde de R$ 7,6 bilhões,  mas neste mesmo mês pagou somente em juros mais de R$ 16,6 bilhões, ou seja, R$  553 milhões por dia, um outro péssimo recorde. Nunca na história deste país&#8230;</li>
  <li>Há um descontrole total das contas  públicas no tocante a gastos com juros, pessoal e máquina administrativa, cujos  valores vem aumentando geometricamente, de tal modo que somente com esses três  itens, o governo Federal torra cerca de R$ 1,2 bilhão por dia. Simplesmente um  absurdo.  E o pior é o seguinte: para  cada R$ 25,00 gastos nestes três itens, o governo investe apenas R$ 1,00 em infraestrutura.  Não há duvidas de que o  governo está indo pelo caminho do afrouxamento das metas fiscais</li>
</ol>
<br />
<p>E o pior de todo esse desgoverno das  contas públicas, que só sugam mais e mais impostos, é a postura do atual  governo que faz de tudo para ampliar ainda mais a presença do Estado na  economia pela via partidária. Se não vejamos:</p>
<br />
<p><strong>A voracidade do governo  e do PT</strong></p>
<p>Apenas como alguns poucos exemplos sobre o que  pensa o atual governo em termos de gestão da coisa pública, pode-se citar:<br />
  <strong>a)</strong> a regulação do pré-sal, com  dominância total da Petrobrás;<br />
  <strong>b)</strong> a ingerência na gestão da Vale, com a  direta interferência do presidente Lula, ao pressionar os Fundos de Pensão  ligados à empresas públicas, possivelmente com o interesse de indicar  “companheiros” para assumir cargos na Vale, numa atitude deplorável;<br />
  <strong>c)</strong> a tentativa de controlar a imprensa,  com a proposta de criação do Conselho Federal de Jornalismo;<br />
  <strong>d)</strong> os meios eletrônicos, pela tentativa  de criação da Agência Nacional do Cinema e do Audiovisual;<br />
<strong>e) </strong>o apoio a governos  como o da Venezuela (sem incluir o do Irã), que não respeita a imprensa e que  está implantando aos poucos uma ditadura.   Aliás, o nosso governo sempre apoiou o maior dos ditadores das Américas,  que é Fidel Castro, que vem impondo há quase meio século ao povo cubano um  regime total de nenhuma liberdade.  </p>
<br />
<p>Essas são apenas algumas das muitas  tentativas do atual governo em aumentar a presença do Estado na economia.  A sensação que fica é que o Estado passou a  servir a interesses partidários e de sindicatos.</p>
<br />
<p><strong>O Brasil e o governo que  queremos</strong></p>
<p> Ora, se o setor privado brasileiro  fez um enorme esforço em produzir bens e serviços melhores e mais baratos, a  ponto de controlar a inflação, apesar da péssima infraestrutura pública, que é  cara e ineficiente, dos impostos absurdos (que engolem 36% do PIB, ou seja, os  brasileiros têm um sócio que fica com mais de um terço de tudo o se produz  neste país) e dos juros desnecessariamente elevados, a única coisa que resta à  sociedade brasileira é ficar atenta para mudar tudo isso.  Precisamos de um governo comprometido com:</p>
<ol>
  <li>as reformas previdenciária,  trabalhista, tributária e administrativa para que o governo venha a ter  efetivamente o tal do déficit nominal zero, isto é, as contas públicas,  incluindo o pagamento de juros, sendo cobertas apenas pelos tributos (impostos  e contribuições), sem necessidade de ter que vender títulos públicos  diariamente, aumentando a dívida pública interna, que no governo Lula tem  crescido mais de R$ 300 milhões por dia;</li>
  <li>Feita as reformas e o governo passando  a ter equilíbrio fiscal, as taxas de juros irão necessariamente diminuir e o  Brasil passará a ter juros de países desenvolvidos, estimulando o consumo  privado e principalmente os investimentos produtivos, que vão garantir a  geração de empregos;</li>
  <li>O aspecto mais importante dessas  reformas é que, em vez de o governo ficar apenas pagando juros absurdos (o  governo Lula, desde 2003, vem pagando uma média superior a R$ 400 milhões por  dia somente em juros, o governo passará a ter recursos para fazer investimentos  públicos em infraestrutura física (como estradas, portos, ferrovias, energia) e  infraestrutura social (escolas, saúde, saneamento e segurança), fazendo do  Brasil um canteiro de obras, gerando empregos e renda, e assim não haverá mais  necessidade de um Fome Zero, pois as pessoas querem é dignidade de um emprego  minimante capaz de fazê-las felizes e independentes.</li>
</ol>
<br />
<p>Em 2010, o Brasil vai ter a grande  oportunidade de dar uma guinada no seu destino, procurando eleger alguém que  possa fazer as reformas de que tanto precisamos.  E o que precisamos é tirar essa pedra que é o  governo nas nossas vidas.  Um governo  menos gastador e mais indutor (investidor) como sugeriu o “Pelé da Economia”, o  grande Keynes, há mais de 70 anos. Infelizmente, o Brasil ainda não aprendeu:  por isso, crescemos quase nada e geramos tão poucos empregos.</p>
<br />
<p><strong>Um país de tantas  oportunidades</strong></p>
<p>Nos cinco primeiros anos do governo  Lula, o mundo cresceu muito, mas o Brasil patinou e perdeu a chance.  A crise complicou.  Está na hora de prepararmos o país para,  quando o mundo voltar a crescer, nós não perdermos mais nenhuma oportunidade.  Quem precisa fazer a lição de casa é o setor público, porque as empresas já fizeram  muito.  Entre as oportunidades enormes do  Brasil pode-se citar:</p>
<ol>
  <li>O pré-sal, que apesar de ainda demorar  para efetivamente dar os resultados, deve gerar alguns bilhões de dólares, que  se, corretamente utilizados (e não desviados a interesses partidários e  sindicais), podem beneficiar os brasileiros, em especial os mais pobres;</li>
  <li>O Brasil é o maior exportador de  alimentos do mundo e cada vez será ainda mais importante.  É um dos poucos países que têm milhões de  hectares a serem incorporados ao processo produtivo, de modo a não produzir  apenas os atuais 140 milhões de toneladas de grãos, mas algo como 500 milhões  de toneladas;</li>
  <li>O Pró-Álcool, que é um “poço de  riqueza renovável”, onde o Brasil é praticamente o único no mundo. No nosso  país, um hectare a mais de cana-de-açúcar não significa um hectare a menos de  alimentos. Se utilizarmos apenas 30% dos 150 milhões de hectares de pastagem já  seriam suficientes para fazermos um Pró-Álcool para abastecer o mundo;</li>
  <li>O turismo é um outro setor que poderia  fazer o crescimento do Brasil. No entanto, há mais brasileiros visitando o  mundo do que estrangeiros vindo para cá. Só para lembrar: a Espanha tem cerca  de 38 milhões de habitantes, mas recebe mais de 57 milhões de turistas por ano.  Imagine se para cada três brasileiros viesse um estrangeiro visitar o Brasil,  nós estaríamos recebendo mais de 60 milhões de visitantes por ano. A França,  que é minúscula se comparada ao tamanho do Brasil, recebe por ano mais de 70  milhões de turistas.</li>
</ol>
<br />
<p>Enfim, o Brasil é um país de muitas  oportunidades. O problema está aqui dentro e se concentra no setor público, que  é gastador, sem controle e não investe quase nada.  Está na hora de a sociedade brasileira dar um  basta nisso.  Precisamos eleger gente que  já fez alguma coisa. É por isso que sempre digo: “não voto em quem nunca tocou  um carrinho de pipoca”.  Um bom  pipoqueiro precisa, no mínimo, saber os 4 Ps do marketing.  Ele é um fazedor e tem bom senso.  Quem nunca fez nada, não pode se aventurar no  comando do país.  Há gente boa, mas o difícil  é elegê-las. </p>
<br />
<p><strong>(*)  Ph.D.  em Economia e Agribusiness pela Ohio State University (EUA, 1980), foi  Professor Titular da UFPR (1974-95), Professor visitante nos EUA, Japão e  Alemanha, autor de seis livros de Economia e Agronegócio. É um dos fundadores e  atual diretor presidente da Estação Business School.</strong></p>]]></content:encoded>
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